novembro 2015

Para aproveitar tudo aquilo que Star Wars: Battlefront tem a oferecer, não basta apenas ser fã da franquia Guerra nas Estrelas. 

Embora o game seja totalmente inspirado na saga, com cenários que recriam as principais batalhas e colocando forças do Império e da Aliança Rebelde frente a frente, o jogo pende muito mais para o lado dos tiroteios online do que para o de uma adaptação propriamente dita. 

Desde que a Electronic Arts anunciou o título, ela já havia deixado claro que a ideia não era recontar a história dos filmes, mas trazer as principais batalhas da trilogia clássica a partir de uma proposta bem mais voltada para o multiplayer. 

Sem uma campanha, a ideia era simplesmente colocar o jogador dentro desses momentos icônicos em uma série de partidas online. 

E é aí que você começa a perceber que Battlefront é muito mais voltado para os amantes de FPS do que para os fãs de Star Wars. 

Tanto que, por mais que você nunca tenha assistido a um único filme, é possível entender o que está acontecendo e se virar muito bem em meio aos tiroteios, ao passo que aquele apaixonado pela saga da família Skywalker que não tem tanta familiaridade com o gênero pode não aproveitar o título da mesma maneira.



Isso faz com que seja impossível fugir da imagem de que o game nada mais é do que um Battlefield qualquer com skins de Star Wars. 

Afinal, toda a mecânica é bem parecida e a própria experiência centrada no multiplayer reforça isso, visto que o modo online sempre foi o forte da franquia bélica da DICE. 

Por outro lado, à medida que você explora cada um dos modos, vários detalhes e elementos únicos dos filmes começam a dar as caras e a mostrar que, apesar de tudo, Battlefront ainda respeita e muito o conteúdo original. 

Só que essa pegada está bem longe de ser um problema. Direto à ação Como dito, a experiência da DICE sempre foi voltada para o multiplayer e ela decidiu se concentrar apenas nisso em Star Wars: Battlefront. 

Isso significa que o game não traz uma campanha por trás e nem coisa parecida. 

Tudo aqui se resume a entrar em partidas online e dar mais força à guerra entre Aliança Rebelde e forças do Império.























E, para compensar a falta desse elemento narrativo, o estúdio recheou o game com vários modos para agradar aos mais diferentes perfis de jogadores. 

Ao todo, são nove estilos de jogo que variam bastante entre si, indo do bom e velho Team Deathmatch ao caos e à enormidade do Supremacia, que coloca 40 jogadores em um único mapa para trocarem tiros. 

Mesmo com a roupagem de Star Wars, os veteranos de FPS vão se sentir em casa por aqui, sobretudo aqueles que já têm uma experiência com qualquer outro Battlefield. 

Tanto que cada um desses modos é uma variação daquilo que outros jogos já oferecem, como conquistar áreas específicas, tomar a bandeira ou apenas acabar com o time rival o máximo possível. 

Ao mesmo tempo, o cuidado de adaptar os elementos dos filmes dá uma identidade própria ao jogo e faz com que ele fique longe de ser apenas um shooter genérico. 

Assim, se você for um apaixonado pelos Jedis e seu legado, certamente vai se empolgar com cada uma dessas adequações, seja na hora de capturar o drone inimigo ou mesmo com as pequenas mudanças feitas na própria mecânica. 

Ao invés de ter de ficar recarregando suas armas, por exemplo, as pistolas laser superaquecem e é preciso ter o timing correto para reativá-las para voltar à ação o mais rápido possível. 

São pequenos elementos que podem não ser cruciais para a experiência como um todo, mas fazem toda a diferença para quem conhece aquele universo.






















Além disso, essas adaptações fazem com que a jogabilidade seja simplificada. Sem todas as particularidades que muitos FPS trazem, o jogo se torna acessível para todos os públicos, mesmo para quem não está habituado ao gênero. 

É claro que jogadores mais experientes vão se dar melhor, mas um novato consegue se localizar e aproveitar tudo em questão de minutos. 

A Força do seu lado Porém, como dito anteriormente, essa impressão de que Star Wars: Battlefront é um Battlefield com skins dos filmes é algo que fica só à primeira vista e você logo percebe as diferenças que existem entre esses títulos. 

E a mais notável delas é a presença de personagens da série em alguns modos de jogo, o que cria uma experiência bem diferente.























O principal deles é o chamado Heróis vs Vilões, em que metade de cada um dos dois times é formada pelos protagonistas da série. 

Assim, Luke, Leia e Han Solo se unem aos rebeldes na tentativa de parar Darth Vader, Boba Fett e o Imperador Palpatine antes que os Stormtroopers acabem com os protagonistas. 

É uma modalidade diferente e bem frenética, já que os demais jogadores precisam se preocupar tanto em acabar com os personagens inimigos quanto proteger seu ilustres aliados. 

Até mesmo as batalhas áreas contam com essas participações especiais, com destaque para a Millennium Falcon. 

No modo Esquadrão de Caças, com X-Wings e Tie Fighters disparando sem parar, é incrível ver a icônica nave de Han Solo cortando o céu. 

Contudo, a grande estrela de Star Wars: Battlefront são os modos em que 40 jogadores são colocados em um único mapa, ajudando a criar a sensação de guerra que o game propõe. 

Tanto que, quando isso acontece, a coisa fica tão caótica que é impossível ficar vivo por mais do que alguns minutos.























No caso do Supremacia, por exemplo, as coisas ainda flertam bastante com aquilo que os jogadores de Battlefield já conhecem. 

A ideia de conquistar pontos estratégicos para fazer o outro time recuar é algo que já existe na série bélica, mas aqui fica bem mais frenético graças à possibilidade de invocar as famosas naves da série e sair atirando em tudo com uma X-Wing ou uma Tie Fighter. 

Isso sem falar na possibilidade de trazer os heróis para o campo de batalha. Já o modo Batalha dos Walkers segue a mesma lógica, mas em proporções ainda maiores. 

Trata-se daquela mesma modalidade que vimos ao longo dos trailers e demonstrações liberadas pela EA, em que os jogadores da Aliança Rebelde precisam se unir para derrubar os gigantescos AT-AT. 

Para isso, eles contam tanto com a presença dos heróis (e vilões, no caso do exército imperial) da série e uma série de outros veículos. 

Juntamente com as naves, ainda é possível encontrar as Speeders em alguns cenários ou pilotar um AT-AT para mostrar a esses revoltosos qual é o seu lugar.























Não é à toa que esse é o modo mais divertido de Star Wars: Battlefront, ainda que tenha sido difícil encontrar salas disponíveis em nossos testes. 

Afinal, como é preciso ter 40 pessoas para dar início à partida, nem todo mundo tinha paciência para ficar esperando. 

E isso nem é um problema do matchmaking, que funciona muito bem na hora de encontrar sessões com jogadores próximos.  

Na verdade, talvez o ponto que mais incomoda em relação ao multiplayer do jogo é a pouca variedade dos cenários. 

Ao todo, são apenas nove mapas disponíveis e nem todos estão liberados em alguns modos. 

Isso faz com que as coisas fiquem rapidamente repetitivas, principalmente se lembrarmos que algumas das modalidades existentes vão ser deixadas de lado pelos jogadores. 

Os perigos de ir sozinho Isso não quer dizer, porém, que Star Wars: Battlefront não possua um modo single player disponível. 

No entanto, a parte voltada para um único jogador é muito mais um grande tutorial do que algo que realmente faça com que você se interesse a revisitá-lo diversas vezes. 

Dividido em um sistema de missões, ele apresenta cada um dos modos presentes no multiplayer, mas substituindo os demais jogadores por bots.























Isso diminui a dificuldade consideravelmente, embora sirva tanto para você se habituar aos mapas quanto aos controles e às próprias mecânicas gerais do jogo. 

Mais do que isso, cada estágio possui alguns desafios que fornecem dinheiro quando completados. 

Isso faz com que passar alguns poucos minutos brincando sozinho pode ser uma ótima forma de já entrar no playground para brincar com as outras crianças devidamente equipado. 

Por outro lado, se aventurar sem um companheiro ao seu lado é algo muito chato. 

Como não há nenhum elemento narrativo, esses confrontos solitários acabam ficando sem ritmo e se tornam maçantes em pouco tempo. 

E, embora seja possível jogar com outro jogador, ele precisa ser seu amigo para entrar na partida, uma vez que as missões não contam com um sistema de matchmaking para unir desconhecidos. 

A Força brilha forte Não há como negar que uma campanha ou algum outro elemento narrativo fazem falta, principalmente para quem queria ver o excelente trabalho da DICE na parte técnica sendo usada para recontar pelo menos algumas partes da história clássica. 

Star Wars: Battlefront é um dos títulos mais lindos desta geração, com visuais incríveis e muito detalhados — e tudo rodando de maneira bem estável, incluindo nos consoles — e seria fantástico ver isso sendo usado em algo maior.



No entanto, a decisão de eliminar esse aspecto para se concentrar apenas na ação não é algo que prejudica o game em nada. 

Ele foca apenas naquilo que muitos fãs mais gostam dentro da saga e consegue fazer com que cada uma dessas batalhas fique ainda mais épica. 

Há um cuidado e um respeito enorme com o material original e nem mesmo a alma de Battlefield que foi incorporada por aqui ofusca essa característica. 

Ainda que Battlefront seja voltado muito mais para os jogadores de FPS do que para os fãs dos filmes, não há como não se divertir e empolgar. 

Assim, por mais que tiroteios online não sejam a sua praia, Star Wars: Battlefront consegue fazer com que tudo seja acessível para todos os públicos. 

É claro que aqueles que se aventurarem nos diferentes modos vão poder aproveitar muito mais o que o game oferece, mas ele ainda consegue trazer elementos para agradar a diferentes tipos de público. 

Seja em meio à neve em Hoth, nas florestas de Endor ou cruzando os céus com a sua X-Wing, a Força é intensa por aqui.


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Imagens: CanalTech

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Créditos finais: CanalTech

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Segunda aventura da nova trilogia de Master Chief, "Halo 5: Guardians" é um jogo de tiro futurista exclusivo para Xbox One. 

Nele, os jogadores controlam duas equipes de Spartan, uma liderada pelo agente Locke e a outra pelo icônico Master Chief. 

Locke persegue o time do Chief em uma busca interplanetária, enquanto o herói segue na busca pessoal iniciada pelos eventos de "Halo 4".
Fora da campanha principal, os jogadores podem se divertir em partidas competitivas, que incluem desde mata-mata em equipe (modalidade chamada de "Assassino" em "Halo") e rouba-bandeira até o modo Warzone, que parece ser a principal aposta da produtora 343 Industries para a longevidade do game.

Pontos Positivos


A campanha de "Halo 5" se passa após os eventos do game anterior. Assim, se você não jogou "Halo 4", vai ficar sem entender muita coisa que acontece neste jogo aqui. 

Os veteranos, por outro lado, vão curtir o retorno de Master Chief à ação e as consequências da aventura anterior e dos eventos da primeira trilogia. 

Você vai assistir em primeira mão o que aconteceu com o Covenant após a guerra com a humanidade chegar ao fim em "Halo 3", vai se encontrar com personagens queridos da série e visitar mundos que antes estavam apenas nos livros.
Como Master Chief não tem mais Cortana para conversar, a 343 Industries introduziu novos personagens que acompanham o herói em suas aventuras - e outros que os perseguem, sem saber quais as intenções de Chief no game. 


Com exceção de Buck (vindo de "Halo 3: ODST"), esses personagens secundários são bem rasos e não há nenhum esforço do game em desenvolver suas personalidades e histórias pessoais. 

A função deles é manter o diálogo rolando e providenciar indicadores da situação, além, claro, de dar muitos disparos - embora a maior parte do trabalho ainda fique para o jogador, o grupo é bem útil no calor do combate.
Jogando em modo cooperativo as coisas ficam melhores, como em praticamente qualquer game que oferece a opção de jogar ao lado dos amigos. 


Nessa modalidade, cada jogador escolhe um dos Spartan para controlar antes do começo da missão. 

Os soldados se diferenciam pelo visual e pelo arsenal inicial, mas é bom notar que apenas quem controla Locke ou Chief pode dar ordens para o resto do grupo.
  • Para todo tipo de fã

    Durante a campanha, as missões do Blue Team levam a trama para a frente e são similares às de "Halo 4", com uma pegada mais próxima dos personagens e cheias de mistérios alienígenas para desvendar. 

    Já as missões do Fireteam Osiris (que são a maioria), envolvem batalhas maiores, bem ao estilo de "Halo 3". A ação é envolvente e traz aquele clima de guerra total que faltou no jogo anterior. 

    Espere por fases que podem ser exploradas a pé ou com naves, warthogs e, claro, um tanque Scorpion, assim como uma batalha contra uma nave Covenant gigantesca.
    Jogar cada missão com uma equipe diferente é algo que remete ao design de "Halo 2", com o jogador alternando entre Master Chief e o Árbitro ao longo da trama. 


    Outra semelhança está no final do game, que prepara o terreno para o inevitável "Halo 6" - jogo que ainda deve levar uns bons anos para sair.
  • Novos inimigos

    Os Promethean de "Halo 5: Guardians" incluem os inimigos já vistos em "Halo 4" e alguns novos bonecos, como o soldado e os chefões que dão nome ao game. 

    O soldado é mais rápido que o Knight e tem o irritante hábito de se teleportar para lá e para cá no meio da briga. 

    Já os guardiões são inimigos durões e dotados de ataques devastadores - e que só tomam dano ao serem atingidos em um certo ponto do corpo.
    Derrotar os guardiões, principalmente quando se joga no nível Lendário, envolve trabalho em equipe e entender bem a arena onde rola o confronto.
  • Modo Warzone

    Maior responsável pela ausência do mata-mata com equipes grandes, o modo Warzone é a principal novidade do multiplayer de "Halo 5" - e é onde boa parte dos jogadores vai se divertir após encarar todos os desafios da campanha solo.
    Nesse modo para 24 jogadores (dois times de 12), as equipes azul e vermelha lutam para dominar uma série de instalações militares ao mesmo tempo em que precisam lutar contra os inimigos alienígenas controlados pela máquina. 


    Cada base tomada permite solicitar novos tipos de veículo ou armamento e em alguns momentos os jogadores vão se unir para enfrentar inimigos mais poderosos - ou aproveitar para atirar no rival pelas costas.
    Com mapas bem grandes e cheios de possibilidades táticas, o Warzone é o melhor que "Halo 5: Guardians" oferece em termos de partidas multiplayer.
  • Novas Mecânicas

    Muito foi alardeado sobre as diferenças entre as armaduras dos Fireteam Osiris (de Locke) e do Blue Team (de Master Chief). 

    Na prática, porém, só o visual dos trajes é diferente, pois todos os Spartan possuem as mesmas habilidades. Duas se destacam: a corrida com ombrada, usada tanto para abrir alguns atalhos nas fases quanto para atacar inimigos, e o pulo seguido de soco no chão. 

    Você pausa o Spartan no ar e segura o botão de golpear, mira num ponto do cenário (ou direto num inimigo) e cai como um Homem de Ferro aterrisando sobre a vítima. É um movimento bem legal.
    Há também as ordens que você pode dar para o time quando joga a campanha sozinho. 


    Você pode mandar que eles se posicionem em um determinado ponto do mapa, que todos atirem num mesmo inimigo (isso facilita bastante a luta contra os hunters) e quando cair, pedir que um deles venha te curar.
    Na dificuldade Normal, essa ordem torna o jogo bem mais fácil, pois os inimigos não costumam atirar no personagem que está bancando o médico.


    O mesmo não vale nos níveis Heróico e Lendário, onde se afastar do time e ir pra cima dos inimigos sozinho quase sempre termina com o jogador caído, os aliados indo até ele para o resgate e morrendo também - ou seja, é o caminho mais curto até o retorno ao checkpoint.
    No multiplayer a maior novidade mecânica é o sistema REQ (de requisições), bem parecido com os cards de "Titanfall". 


    Você ganha pontos ao jogar partidas multijogador e com eles, pode comprar pacotinhos com cartas, que incluem efeitos estéticos (armaduras, visores, capacetes e capas de armas diferentes), veículos, armamento e efeitos como ganho de experiência extra, por exemplo.

    Assim, durante a partida, você gasta uma quantidade de pontos de energia (acumulada com mortes, assistências e captura de objetivos) para queimar uma carta de REQ e solicitar um Ghost, um Phantom ou uma arma mais poderosa. 

    Já os estímulos concedem ganhos de experiência extras ao cumprir as condições da carta, como ficar entre os 50% melhores da partida ou jogar uma partida em determinada modalidade.
 
  • Dublagem bem feita

 
    No Brasil, "Halo 5" traz dublagem, legendas e menus em português. O dublador Sergio Fortuna repete o bom trabalho feito nas últimas duas aventuras de Master Chief e o resto do elenco não desaponta. 

    De fato, a dublagem não sofre dos altos e baixos vistos em "Halo 4", onde alguns personagens gritavam em cenas onde se via que estavam apenas falando normalmente. 

    Há algumas escolhas estranhas na localização, como traduzir "squad" para "esquadra" e não "esquadrão", mas nada que interfira negativamente na experiência.

    Pontos Negativos

    • Multiplayer limitado

O modo Arena inclui a maior parte das modalidades competitivas de "Halo 5". Lá você vai jogar listas que incluem Assassino (mata-mata em equipe), rouba-bandeira e captura de bases, por exemplo. 

Também é possível criar partidas personalizadas desass modalidades com algumas modificações nas regras: você pode colocar seus amigos para disputar uma partida de assassino sem escudos nem regeneração de vida, por exemplo.
Alguns modos tradicionais de "Halo" não estão presentes no momento, como o mata-mata em equipes grandes, Oddball e King of the Hill. 


A 343 Industries já declarou que pretende introduzir essas modalidades através de atualizações futuras.
No modo Arena, as partidas vão rotacionando entre as modalidades disponíveis e você joga o que vier pela frente. 


Por enquanto, não há listas de jogos e embora o game competitivo seja rápido e divertido, é bastante limitado em comparação ao que se via em "Halo 2" ou "Halo 3".


Need for Speed ficou um tempo ausente. Talvez esse tempo serviu para que a EA pudesse repensar sobre a série e entregar algo renovado aos jogadores. 

Uma tarefa simples? Acredito que não, pois o estúdio responsável pelo jogo, a Ghost Games, tem a missão de agradar uma base gigantesca de fãs oferecendo algo novo, porém sem se esquecer da essência de um dos jogos mais amados e aclamados dos últimos anos.

Sendo assim, a ideia do estúdio é trazer tudo o que os fãs adoram como a presença de uma história, onde podemos personalizar nossas máquinas e até mesmo relembrar aquela atmosfera Underground, que na minha opinião foi um dos títulos mais empolgantes de toda a franquia.

Em NFS você chega como um novato nas ruas de Ventura Bay, uma cidade fictícia inspirada em Los Angeles. 

Felizmente, você vai encontrar Spike, Robin, Manu, Travis e Amy, uma equipe fanática em motores. Mas cada um com seu próprio caminho. 

Spike é um amante da velocidade, Robin adora andar em companhia, enquanto Amy está sempre trancada em sua garagem para melhorar o carro. 

Manu é especialista em trações, enquanto Travis sempre gosta de ir além do limite imposto pela lei.


Esses cinco personagens são interpretados por atores que dão uma personalidade específica e, acima de tudo, levará você através de uma série de desafios que lhe permitirá conhecer alguns dos verdadeiro mitos da corrida underground como Magnus Walker (Speed), Ken Block (Style), Nakai-san (Tuning), Risky Devil (Crew) e Morohoshi-san (Outlaw).

Essas histórias irão ocorrer em paralelo com outra até os estágios finais, e você terá que participar de outras vertentes narrativas, mesmo que seja apenas para desbloquear as peças e o dinheiro necessário para fazer com que seu carro seja a máquina mais poderosa de Ventura Bay. 

No mapa, você será informado sobre as missões que deve realizar a fim de avançar com cada história, com exceção de desafios proibidos (Outlaw) que exige que o corredor complete tarefas especiais, não relacionada às missões principais. Estes desafios costumam envolver a polícia em alguns bairros da cidade.


Além da sensação de condução, podendo escolher como seu carro se comporta em curvas, por exemplo, será importante mudar outros detalhes também, a fim de vencer certas categorias. 

Por exemplo, será impossível vencer um desafio de drift com Manu com a máxima aderência. 

É uma pena que essas operações não possam ser realizadas diretamente na tela do jogo, exigindo que você altere isso apenas na garagem. 

Desta forma, toda vez que você tem que mudar de carro ou encarar em um novo tipo de corrida, você tem que parar o fluxo do jogo e procurar seu mecânico.

A história, embora não seja uma das melhores, é até agradável e também mistura cenas live-action com os gráficos do jogo. 

Desta forma, você vai ver Amy girar em torno de seu carro ou trabalhando em uma garagem cheia de itens interessantes. 

Os gráficos são definitivamente um dos mais bem sucedidos de toda a série.

Isso porque o jogo ocorre em ambientes noturnos, ocultando diversos detalhes e focando o jogador apenas em seu carro e, é claro, no circuito. 

Pilotar carros aqui é realmente um prazer, graças a qualidade dos modelos das máquinas que é excelente, especialmente se você der asas a sua imaginação com o poderoso sistema de personalização, permitindo decorar seus carros de corrida da forma que desejar.


Um ponto fraco no jogo é a falta de variedade de eventos. Isso aumenta a sensação de monotonia e depois de algumas horas você percebe que já viu tudo e refez as mesmas coisas. 

A Ghost Games prometeu enriquecer a experiência com conteúdos grátis que vai chegar nas próximas semanas, mas neste momento Need for Speed ​​não oferece muito para justificar uma conexão contínua com o servidor da EA. 

Realmente não dá pra entender por que não podemos jogar sem estarmos conectados. Talvez seja a falta de um multiplayer estruturado que coloca até 8 jogadores em mapas enormes. 

Quando estamos em um evento, por exemplo, você decide se quer pedir para outros jogadores correrem com você, mas não há nenhuma maneira de organizar um evento específico ou modificar os parâmetros da corrida.


A impressão que fica é que NFS é um bom jogo, mas precisa de novos conteúdos. Após resolvermos todos os objetivos, que devem durar aproximadamente entre 10 a 12 horas, não há mais nada a fazer, a não ser desafiar outros pilotos ocasionais e completar os desafios diários impostos pelos desenvolvedores.


Need for Speed retornou de forma satisfatória, mas ainda não é o jogo de corridas que os fãs merecem. 

Muita coisa precisa ser revista, principalmente se tratando da obrigatoriedade de se manter conectado e da má estruturação do multiplayer. 

Só nos resta aguardar e torcer para que os novos conteúdos sejam melhores e possam dar mais variedade e mais prazer em dirigir pelas ruas de Ventura Bay.


O mundo precisa de heróis... e Overwatch está recrutando a partir de hoje! O jogo de tiro em equipe da Blizzard Entertainment está chegando para PC, PlayStation 4 e Xbox One na primavera de 2016 (outono, no Brasil no máximo até 21 de junho de 2016). 

Os jogadores do Brasil já podem se preparar para a batalha reservando a versão digital de Overwatch para PC. 

Como bônus, quem comprar o jogo na pré-venda receberá o visual Noire para a Widowmaker, a assassina sangue-frio de Overwatch, quando o game for lançado.

Overwatch é um jogo de tiro 6v6 que se passa na Terra durante um futuro próximo, onde equipes de soldados, cientistas, aventureiros e anômalos lutam pelo controle de regiões icônicas ao redor do mundo. 

O jogo tem uma diversidade de 21 heróis, cada um com seu próprio arsenal único de armas e habilidades, que dobram o tempo e desafiam a física à medida que eles trabalham juntos para completar objetivos com seus aliados. 

O trabalho em equipe é crucial à medida que jogadores trocam de heróis e combinam seus poderes para criar efeitos que mudarão o rumo do jogo. A ação é intensa com um foco em iminência e diversão.

"Estamos construindo Overwatch para ser o jogo de tiro em primeira pessoa que sempre quisemos jogar, com um mundo vibrante, heróis incríveis e uma ênfase em jogabilidade com foco em cooperatividade", afirmou Mike Morhaime, CEO e cofundador da Blizzard Entertainment. 

"Estamos empolgados em dar boas-vindas aos jogadores de PC e console para a luta pelo futuro e mal podemos esperar para ver todas as coisas incríveis que as equipes serão capazes de realizar nos campos de batalha nessa primavera que vem".

Durante a BlizzCon, a Blizzard Entertainment também revelou um mapa completamente novo, Hollywood, que leva os jogadores para um tour em um estúdio glamoroso e perigoso, junto com os três últimos heróis da seleção de 21 heróis de Overwatch. 

Genji, um ninja cibernético, é um assassino profissional capaz de manobras extraordinárias de agilidade, incluindo refletir ataques inimigos com sua lâmina. 

D.Va é uma ex-jogadora profissional e celebridade que pilota um mecha militar experimental em defesa de seu país natal. 

Mei viaja pelo mundo usando suas habilidades científicas para proteger o mundo natural. Em batalha, seu arsenal de tecnologia de manipulação climática tem o poder de botar a oposição no gelo.