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O risco de desenvolver câncer devido ao uso de celular ou qualquer outro aparelho eletrônico, como rádios ou microondas, é muito baixo porque estes aparelhos utilizam um tipo de radiação com energia muito fraca, conhecida como radiação não-ionizante.
Ao contrário da energia ionizante, usada em maquinhas de raio X ou tomografia computadorizada, a energia liberada pelos celulares não é suficiente para provocar alterações nas células corporais e levar ao surgimento de tumores cerebrais ou câncer em qualquer parte do corpo.
No entanto, alguns estudos relataram que o uso de celular pode favorecer o desenvolvimento de câncer em pessoas que têm outros fatores de risco, como historial de câncer na família ou uso de cigarro, e, por isso, não se pode eliminar completamente a hipótese de que o celular possa causar câncer, mesmo que em um grau muito reduzido.

Como diminuir a exposição à radiação do celular

Embora os celulares não sejam reconhecidos como causa provável de câncer, é possível reduzir a exposição a este tipo de radiação. 
Para isso, é recomendado diminuir o uso dos aparelhos celulares diretamente no ouvido, dando preferência para o uso de auriculares ou do sistema de viva voz do próprio celular, além de, sempre que possível, evitar manter o aparelho muito próximo do corpo, como nos bolsos ou bolsas.
Durante o sono, para evitar o contato constante com a radiação do telemóvel também é aconselhado deixá-lo a, pelo menos, uma distância de meio metro da cama.

Aqui um texto em neon completamente editavel no photoshop, simples e muito fácil de ser editado, e ainda mais completamente grátis.

DETALHES DO CONTEÚDO:

- 1 Arquivo Completamente Editável (Photoshop)
- Edição Rápida e Simples
- Tamanho do Arquivo: 1MB
- Requer Photoshop CS2 ou Superior
- Camadas Marcadas Organizadas

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Os amantes de papel e lápis, aqueles que ainda não adquiriram sua mesa digitalizadora, deve se perguntar se o tipo de papel para desenhar realmente importa, ou se influência na sua arte e nos seus desenhos.

Existem muitos tipos de papéis para desenhar e você já deve ter visto as diferenças entre tamanhos, textura, cor, peso… 

De qualquer forma, um bom desenho requer técnica, destreza, paciência para riscar com perfeição e delicadeza e muita persistência.

Tem papel A7, A5, A3, canson, vegetal, opaline, manteiga, westerprint e o bom e velho sulfite. 

Todos esses tamanhos e tipos você pode encontrar em papelarias e lojas online especializadas para desenhos. 

Essas lojas oferecem o que há de melhor no universo das ilustrações, como lousas, mesas digitalizadoras, canetinhas, lápis de cor, telas, tintas, entre muitas outras coisas.

Se você é um iniciante na arte de desenhar, o tipo de papel que você precisa comprar vai depender do seu objetivo. 

Caso você queira apenas criar alguns rascunhos, passar para o papel algumas ideias, criar pequenos personagens somente para você, pode escolher os papéis que tem tamanhos menores, como o A5 ou até mesmo a folha sulfite.

Deixe os trabalhos mais profissionais e elaborados, aqueles que precisam ser entregues, por exemplo, para as folhas com tamanho maiores, como o A3, A2 e o A4.

Existe papel melhor?


Na verdade, não existe um papel que seja melhor ou pior, existem papéis para diferentes tipos de atividades. 

O sulfite de 75g, por exemplo, você até pode desenhar nele os seus primeiros trabalhos, mas saiba que os desenhos podem se perder com o tempo ou até mesmo rasgar, devido a gramatura mais frágil que ele tem.

Se você quer que seus trabalhos durem mais, pode escolher o tipo do papel para desenhar com gramatura 90, pois eles têm mais durabilidade. Os papéis com gramatura 90 são mais grossos e mais firmes.

O papel canson também pode ser uma boa alternativa, mas tenha cautela porque dependendo do tipo de desenho, se você utilizar muito grafite, por exemplo, seu desenho pode borrar no papel canson. 

Independentemente da marca, uma coisa certa que o papel canson proporciona é a durabilidade. 

Além de poder criar desenhos lindos e muito expressivos com o papel canson, eles têm preços super acessíveis. 

Um bloco com 12 folhas de 300g/m², tamanho A4 sai em torno de 17 reais.

Como o papel canson por ser mais poroso, é ideal para criar desenhos de pessoas e imagens de rostos.

O tipo do papel para desenhar vai depender muito do seu objetivo com os desenhos que queira criar. 

Quando você for desenhar, antes de comprar, faça um planejamento das coisas que você vai precisar desenhar naquele período. 

Se tiver que desenhar rostos e pessoas, a dica é que você invista nos papéis mais porosos. 

Os papéis porosos ajudam na hora de criar os detalhes como olhos, nariz, boca, sobrancelha, além de proporcionar uma boa textura de pele.

Use papéis mais escuros, do tipo creme para criar rostos. Por isso é importante sempre se planejar e ver quais tipos de desenho você quer criar para poder comprar o tipo do papel para desenhar mais correto para você.

Quem gosta de desenhos realistas, não tem como fugir do canson, ele de fato é o mais indicado para esses tipos de trabalho. 

Respeite sempre o seu estilo na hora de criar e quando você estiver muito inspirado, o tipo do papel para desenhar não vai importar muito, pois certamente o seu desenho vai ficar bonito de qualquer jeito.

Se você está começando nessa área, invista também numa prancheta. O bacana de ter uma prancheta é poder leva-la com você para qualquer lugar. 

Assim, sempre que você tiver um tempinho livre, poderá rabiscar e começar algum desenho novo.

Fonte(S): - Como Desenhar Bem.

Design gráfico é uma técnica de criatividade que utiliza imagens e textos para comunicar algo, desde produto até ideias. 

O trabalho do designer gráfico está tão impregnado no nosso cotidiano que nem nos damos conta. 

São anúncios, logotipos, símbolos, livros, jornais, revistas, etc. Alguns programas específicos são utilizados pelos designers gráficos, os quais serão explanados resumidamente aqui.

- Corel Draw: Aplicativo para ilustração vetorial, bastante utilizado na criação de logotipos, flyers, cartazes, anúncios, banners e demais peças. 

O Corel Draw perdeu um pouco seu espaço depois que o Illustrator chegou. 

Muitos profissionais dizem que a plataforma de impressão do Corel Draw é excelente, no entanto, em alguns países o Corel é conhecido como o programa que faz capa de trabalhos infantis. 

Em grandes agências, até mesmo brasileiras, seu uso foi totalmente substituído pelo Illustrator.

- Illustrator: Executa praticamente as mesmas funções do Corel Draw, mas de forma muito mais eficiente e excelente, além de carregar consigo o peso do nome Adobe. 

O Illustrator não tem a fama de travar no meio de um trabalho pesado, como no Corel. 

Há quem diga que para evoluir como designer gráfico é necessário migrar do Corel para o Illustrator.

- Photoshop: Talvez o aplicativo mais utilizado do pacote Adobe, o Photoshop surpreende a cada nova versão, sempre aprimorando, sempre inovando, desde interface à agilidade nas suas funções. 

Antes, o que demorava uma hora para ser feito, agora demora vinte minutos para ser realizado. Esse aplicativo de edições de imagens é conhecido mundialmente!

- InDesign: É o sucessor do PageMaker e é considerado por muitos profissionais como o melhor aplicativo para diagramação. Com ele é possível diagramar um livro todo, por exemplo, e obter um PDF para impressão com confiança e qualidade.

O designer gráfico vem ganhando espaço no mercado, devido o surgimento de novas mídias e do crescimento das que já existem. 

A publicidade, a internet, a telefonia celular e a mídia são o principal campo de trabalho de um designer gráfico e, por estarem crescendo tanto, o trabalho do designer gráfico vem sendo cada vez mais solicitado pelas grandes empresas. 

Entretanto, alguns profissionais dessa área ainda optam por trabalhar como autônomo, na prestação de serviços até mesmo para grandes empresas ou para empresas pequenas de design.

Aqui estamos com o modelo do flyer template, um panfleto chamado "Lithium" perfeito para uma balada e também de eventos de rock alternativo. 

Você pode facilmente substituir a foto do placeholder com uma da sua banda e promover com grande estilo seu próximo show! Baixá-lo totalmente de graça, mas certifique-se de usá-lo de uma forma que concorda com os termos de uso.

DETALHES DO CONTEÚDO:

- 1 Arquivo Completamente Editável (Photoshop)
- Personalização Rápida e Simples
- A4 Formato 29.7x21 cm
- Tamanho do Arquivo 60MB
- Requer Photoshop CS2 ou Superior
- Camadas Marcadas Organizadas
- Pronto Para Imprimir CMYK 300 dpi

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Para aproveitar tudo aquilo que Star Wars: Battlefront tem a oferecer, não basta apenas ser fã da franquia Guerra nas Estrelas. 

Embora o game seja totalmente inspirado na saga, com cenários que recriam as principais batalhas e colocando forças do Império e da Aliança Rebelde frente a frente, o jogo pende muito mais para o lado dos tiroteios online do que para o de uma adaptação propriamente dita. 

Desde que a Electronic Arts anunciou o título, ela já havia deixado claro que a ideia não era recontar a história dos filmes, mas trazer as principais batalhas da trilogia clássica a partir de uma proposta bem mais voltada para o multiplayer. 

Sem uma campanha, a ideia era simplesmente colocar o jogador dentro desses momentos icônicos em uma série de partidas online. 

E é aí que você começa a perceber que Battlefront é muito mais voltado para os amantes de FPS do que para os fãs de Star Wars. 

Tanto que, por mais que você nunca tenha assistido a um único filme, é possível entender o que está acontecendo e se virar muito bem em meio aos tiroteios, ao passo que aquele apaixonado pela saga da família Skywalker que não tem tanta familiaridade com o gênero pode não aproveitar o título da mesma maneira.



Isso faz com que seja impossível fugir da imagem de que o game nada mais é do que um Battlefield qualquer com skins de Star Wars. 

Afinal, toda a mecânica é bem parecida e a própria experiência centrada no multiplayer reforça isso, visto que o modo online sempre foi o forte da franquia bélica da DICE. 

Por outro lado, à medida que você explora cada um dos modos, vários detalhes e elementos únicos dos filmes começam a dar as caras e a mostrar que, apesar de tudo, Battlefront ainda respeita e muito o conteúdo original. 

Só que essa pegada está bem longe de ser um problema. Direto à ação Como dito, a experiência da DICE sempre foi voltada para o multiplayer e ela decidiu se concentrar apenas nisso em Star Wars: Battlefront. 

Isso significa que o game não traz uma campanha por trás e nem coisa parecida. 

Tudo aqui se resume a entrar em partidas online e dar mais força à guerra entre Aliança Rebelde e forças do Império.























E, para compensar a falta desse elemento narrativo, o estúdio recheou o game com vários modos para agradar aos mais diferentes perfis de jogadores. 

Ao todo, são nove estilos de jogo que variam bastante entre si, indo do bom e velho Team Deathmatch ao caos e à enormidade do Supremacia, que coloca 40 jogadores em um único mapa para trocarem tiros. 

Mesmo com a roupagem de Star Wars, os veteranos de FPS vão se sentir em casa por aqui, sobretudo aqueles que já têm uma experiência com qualquer outro Battlefield. 

Tanto que cada um desses modos é uma variação daquilo que outros jogos já oferecem, como conquistar áreas específicas, tomar a bandeira ou apenas acabar com o time rival o máximo possível. 

Ao mesmo tempo, o cuidado de adaptar os elementos dos filmes dá uma identidade própria ao jogo e faz com que ele fique longe de ser apenas um shooter genérico. 

Assim, se você for um apaixonado pelos Jedis e seu legado, certamente vai se empolgar com cada uma dessas adequações, seja na hora de capturar o drone inimigo ou mesmo com as pequenas mudanças feitas na própria mecânica. 

Ao invés de ter de ficar recarregando suas armas, por exemplo, as pistolas laser superaquecem e é preciso ter o timing correto para reativá-las para voltar à ação o mais rápido possível. 

São pequenos elementos que podem não ser cruciais para a experiência como um todo, mas fazem toda a diferença para quem conhece aquele universo.






















Além disso, essas adaptações fazem com que a jogabilidade seja simplificada. Sem todas as particularidades que muitos FPS trazem, o jogo se torna acessível para todos os públicos, mesmo para quem não está habituado ao gênero. 

É claro que jogadores mais experientes vão se dar melhor, mas um novato consegue se localizar e aproveitar tudo em questão de minutos. 

A Força do seu lado Porém, como dito anteriormente, essa impressão de que Star Wars: Battlefront é um Battlefield com skins dos filmes é algo que fica só à primeira vista e você logo percebe as diferenças que existem entre esses títulos. 

E a mais notável delas é a presença de personagens da série em alguns modos de jogo, o que cria uma experiência bem diferente.























O principal deles é o chamado Heróis vs Vilões, em que metade de cada um dos dois times é formada pelos protagonistas da série. 

Assim, Luke, Leia e Han Solo se unem aos rebeldes na tentativa de parar Darth Vader, Boba Fett e o Imperador Palpatine antes que os Stormtroopers acabem com os protagonistas. 

É uma modalidade diferente e bem frenética, já que os demais jogadores precisam se preocupar tanto em acabar com os personagens inimigos quanto proteger seu ilustres aliados. 

Até mesmo as batalhas áreas contam com essas participações especiais, com destaque para a Millennium Falcon. 

No modo Esquadrão de Caças, com X-Wings e Tie Fighters disparando sem parar, é incrível ver a icônica nave de Han Solo cortando o céu. 

Contudo, a grande estrela de Star Wars: Battlefront são os modos em que 40 jogadores são colocados em um único mapa, ajudando a criar a sensação de guerra que o game propõe. 

Tanto que, quando isso acontece, a coisa fica tão caótica que é impossível ficar vivo por mais do que alguns minutos.























No caso do Supremacia, por exemplo, as coisas ainda flertam bastante com aquilo que os jogadores de Battlefield já conhecem. 

A ideia de conquistar pontos estratégicos para fazer o outro time recuar é algo que já existe na série bélica, mas aqui fica bem mais frenético graças à possibilidade de invocar as famosas naves da série e sair atirando em tudo com uma X-Wing ou uma Tie Fighter. 

Isso sem falar na possibilidade de trazer os heróis para o campo de batalha. Já o modo Batalha dos Walkers segue a mesma lógica, mas em proporções ainda maiores. 

Trata-se daquela mesma modalidade que vimos ao longo dos trailers e demonstrações liberadas pela EA, em que os jogadores da Aliança Rebelde precisam se unir para derrubar os gigantescos AT-AT. 

Para isso, eles contam tanto com a presença dos heróis (e vilões, no caso do exército imperial) da série e uma série de outros veículos. 

Juntamente com as naves, ainda é possível encontrar as Speeders em alguns cenários ou pilotar um AT-AT para mostrar a esses revoltosos qual é o seu lugar.























Não é à toa que esse é o modo mais divertido de Star Wars: Battlefront, ainda que tenha sido difícil encontrar salas disponíveis em nossos testes. 

Afinal, como é preciso ter 40 pessoas para dar início à partida, nem todo mundo tinha paciência para ficar esperando. 

E isso nem é um problema do matchmaking, que funciona muito bem na hora de encontrar sessões com jogadores próximos.  

Na verdade, talvez o ponto que mais incomoda em relação ao multiplayer do jogo é a pouca variedade dos cenários. 

Ao todo, são apenas nove mapas disponíveis e nem todos estão liberados em alguns modos. 

Isso faz com que as coisas fiquem rapidamente repetitivas, principalmente se lembrarmos que algumas das modalidades existentes vão ser deixadas de lado pelos jogadores. 

Os perigos de ir sozinho Isso não quer dizer, porém, que Star Wars: Battlefront não possua um modo single player disponível. 

No entanto, a parte voltada para um único jogador é muito mais um grande tutorial do que algo que realmente faça com que você se interesse a revisitá-lo diversas vezes. 

Dividido em um sistema de missões, ele apresenta cada um dos modos presentes no multiplayer, mas substituindo os demais jogadores por bots.























Isso diminui a dificuldade consideravelmente, embora sirva tanto para você se habituar aos mapas quanto aos controles e às próprias mecânicas gerais do jogo. 

Mais do que isso, cada estágio possui alguns desafios que fornecem dinheiro quando completados. 

Isso faz com que passar alguns poucos minutos brincando sozinho pode ser uma ótima forma de já entrar no playground para brincar com as outras crianças devidamente equipado. 

Por outro lado, se aventurar sem um companheiro ao seu lado é algo muito chato. 

Como não há nenhum elemento narrativo, esses confrontos solitários acabam ficando sem ritmo e se tornam maçantes em pouco tempo. 

E, embora seja possível jogar com outro jogador, ele precisa ser seu amigo para entrar na partida, uma vez que as missões não contam com um sistema de matchmaking para unir desconhecidos. 

A Força brilha forte Não há como negar que uma campanha ou algum outro elemento narrativo fazem falta, principalmente para quem queria ver o excelente trabalho da DICE na parte técnica sendo usada para recontar pelo menos algumas partes da história clássica. 

Star Wars: Battlefront é um dos títulos mais lindos desta geração, com visuais incríveis e muito detalhados — e tudo rodando de maneira bem estável, incluindo nos consoles — e seria fantástico ver isso sendo usado em algo maior.



No entanto, a decisão de eliminar esse aspecto para se concentrar apenas na ação não é algo que prejudica o game em nada. 

Ele foca apenas naquilo que muitos fãs mais gostam dentro da saga e consegue fazer com que cada uma dessas batalhas fique ainda mais épica. 

Há um cuidado e um respeito enorme com o material original e nem mesmo a alma de Battlefield que foi incorporada por aqui ofusca essa característica. 

Ainda que Battlefront seja voltado muito mais para os jogadores de FPS do que para os fãs dos filmes, não há como não se divertir e empolgar. 

Assim, por mais que tiroteios online não sejam a sua praia, Star Wars: Battlefront consegue fazer com que tudo seja acessível para todos os públicos. 

É claro que aqueles que se aventurarem nos diferentes modos vão poder aproveitar muito mais o que o game oferece, mas ele ainda consegue trazer elementos para agradar a diferentes tipos de público. 

Seja em meio à neve em Hoth, nas florestas de Endor ou cruzando os céus com a sua X-Wing, a Força é intensa por aqui.


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Imagens: CanalTech

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Créditos finais: CanalTech

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